sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Encontro Criminalizaçaõ Movimentos Sociais

C O N V I T E

Porto Alegre, 28 de outubro de 2008.


As Centrais Sindicais (CUT, CTB, CONLUTAS, INTERSINDICAL) , juntamente com a
Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) tem a honra de convidá-lo(a) para participar do Ato
Político sobre a "Criminalizaçã o dos Movimentos Sociais no Rio Grande do Sul", a ser realizado
no dia 03 de novembro do corrente ano, às 14h, na Assembléia Legislativa/ RS.Centrais Sindicais
(CUT - CTB - INTERSINDICAL - CONLUTAS)Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS)Via
Campesina

Dia Nacional do Surdo


Presidência da República Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos


LEI Nº 11.796, DE 29 DE OUTUBRO DE 2008. Institui o Dia Nacional dos Surdos.


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA


Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:


Art. 1o Fica instituído o dia 26 de setembro de cada ano como o Dia Nacional dos Surdos.


Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


Brasília, 29 de outubro de 2008; 187o da Independência e 120o da República.


LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Palhestra dos Doutores da Alegria no Rio de Janeiro

Evento gratuito, em 4 de novembro, terça-feira!


Palhestra - O palhaço conta Doutores da Alegria


Acontece no dia 4 de novembro, no Rio de Janeiro, a Palhestra dos Doutores da Alegria!


Este encontro tem a intenção de manter aberta a relação com a sociedade e mostrar um pouco do nosso trabalho além do hospital, que estende-se a pesquisas, publicações, palestras, espetáculos, cursos e projetos especiais sob medida.


As vagas são limitadas,



INSCREVA-SE! pelo (21) 2532-1453.


Apresentação: Sávio Moll (Dr. Clóvis Socó) e Diogo Cardoso (Dr. Simplício)


Local: Doutores da Alegria Rio de Janeiro

Endereço: R. Senador Dantas 80 Sala 1807 - Centro


Data: 4 de novembro, terça-feira


Horário: 18h


Vagas: 20


Inscrições: (21) 2532-1453

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

MEC criará comissão para definir diretrizes básicas do curso de Jornalismo



Com o objetivo de assegurar a qualidade da formação dos jornalistas, o ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu a criação de uma comissão para definir as diretrizes básicas dos cursos de graduação em Jornalismo. O grupo será formado por pessoas com sólida formação teórica, mas que também possuam experiência profissional. Ainda não existe data fixada, mas, segundo a assessoria do Ministério, a comissão deverá ser instituída nos próximos dias. O ministro considera a profissão de jornalista como central para o sistema democrático.








De acordo com o Ministério, 80% dos cursos de Jornalismo em funcionamento no País são de baixa qualidade. A comissão ficará encarregada de fazer propostas ao Conselho Nacional de Educação que, por sua vez, irá formular novas diretrizes curriculares. Elas servirão de base para a autorização e reconhecimento de novos cursos e para o controle da qualidade dos que já existem, permitindo, inclusive, o fechamento dos que não estiverem adequados.O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira, 23, durante encontro com representantes da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ).






Segundo o coordenador- geral de comunicação do Ministério, Núnzio Filho, a reunião também serviu para esclarecer que o ministro não irá interferir na regulamentação da profissão, mas na qualidade dos cursos de graduação em jornalismo. "Se o Supremo decidir pela manutenção da obrigação do diploma, os cursos têm que melhorar. Se derrubar, eles têm que melhorar muito", afirma Núnzio. O presidente da Fenaj, Sérgio Murillo de Andrade, apóia a decisão do ministro e pretende participar ativamente na construção das novas diretrizes básicas. "A Fenaj, assim como o MEC, se preocupa com a qualidade da graduação do jornalista", avaliou.




Redação Coletiva Net

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Correio Braziliense: ALUNOS DISCRIMINAM NEGROS, POBRES E GAYS

Pesquisa realizada pelo governo revela que o ambiente na rede pública de ensino do DF é dominado pela intolerância. Mais da metade dos alunos presenciaram cenas de discriminação por cor. Cerca de 60% testemunharam preconceito sexual e 42% já viram colegas serem insultados pela pobrezaMais da metade dos alunos presenciam discriminação nas escolas públicasErika Klingl - Correio Braziliense e Diego Amorim - Correio BraziliensePublicação:
27/10/2008
Aluno da 7ª série do ensino fundamental, Rafael* é negro. “Só que um dia o professor chamou ele de preto de sangue ruim. Daí, ele nunca voltou para a escola”, conta o colega de turma do adolescente. “É comum eu ouvir: ‘Olha, ela veio com a mesma roupa de novo.’ E eu finjo que ignoro”, desabafa uma menina do 1º ano do ensino médio. “Aqui, se a pessoa tiver um jeito estranho já é gay e acaba sendo zoada”, afirma Carolina*, da 8ª série. Em comum, essas histórias têm o cenário — salas de aula da rede pública de ensino — e o preconceito.
“A escola é um ambiente cheio de conflitos, o que não é ruim. Mas quando eles não são mediados de forma adequada acaba resultando em violência, mesmo que simbólica”, explica a socióloga Miriam Abramovay, responsável por uma pesquisa que, pela primeira vez, diagnosticou a violência da rede pública de ensino no DF. O levantamento, feito com mais de 11 mil pessoas, entre alunos e professores, abordou o problema nas escolas de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e no ensino médio. A análise reflete um universo de mais de 186 mil estudantes e outros 20 mil docentes. Os dados relacionados ao preconceito são assustadores.
Nada menos que 55% dos estudantes já viram discriminação nas escolas por causa da cor e quase 13% contam que sofreram. Em números absolutos, isso representaria 24 mil adolescentes. Mas o que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a discriminação por causa da pobreza, sentida por 6,1% dos estudantes e vista de perto por 42%. “A gente não imagina que os números sejam tão altos”, observa Miriam. Nas entrevistas, ela ouviu expressões que a chocaram. “Assentamento Haiti é nome de rua de Santa Maria. Churrasquinho é apelido de negros.” Para a educadora Beatriz Castro, o fato preocupa. “Fica a dúvida se a escola cumpre o papel de formar cidadãos”.
Desmaio
Quando o assunto é preconceito por ser ou parecer homossexual, os casos são ainda mais freqüentes: 63% dos alunos dizem que já viram discriminação. Dos estudantes do ensino médio, 4,3% já sentiram na pele a discriminação. Maurício* foi um deles. Tanto ouviu que um dia não agüentou tanta zombaria. Durante a apresentação de dança na feira cultural do Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia, duas semanas atrás, até tentou abstrair os xingamentos que ouvia, os gritos de veado e baitola. Mas, quando acabou a música, desmaiou. “Ele já estava nervoso. Com o povo zoando, ficou mais ainda. Aí desceu do palco, foi andando até o fim do auditório e caiu”, descreve um aluno da 7ª série. O episódio ainda é comentado entre os estudantes. Maurício, segundo a turma, é homossexual assumido.
Os que gostam de ser os “malandrões” do colégio são os que mais zoam os colegas. Para sustentarem o status, costumam atingir os mais fracos, os negros, os gordos, os mais pobres, os baixinhos. Agridem com palavras, comentários, risadas. “O pessoal fica mangando de mim direto, me chamando de ‘limpador de aquário’, essas coisas. Mas deixo quieto. Um dia ou outro eles vão cair na real”, diz um garoto de 14 anos, 1,51m de altura, aluno da 8ª série do Centro de Ensino Fundamental 4 de Ceilândia. Na cidade em que mora e estuda, os xingamentos já foram ouvidos por 42% dos estudantes. Isso porque Ceilândia está longe de estar entre as piores. De acordo com a pesquisa, em Brazlândia e Santa Maria, metade dos estudantes costumam sofrer violência desse tipo.
Auto-estima e 14º salário
Para melhorar as relações entre professores e alunos das escolas, o governo aposta em duas estratégias. A primeira é o investimento na auto-estima dos docentes e na satisfação pessoal. Para isso, implementa, desde o início do ano, o plano de cargos e salários da categoria — que privilegia tempo de serviço, títulos e merecimento. Além disso, o governador José Roberto Arruda criou o 14º salário, que será pago a partir de 2009, para os professores e servidores que trabalham nas escolas que cumprirem metas de qualidade de ensino e gestão.
No combate à discriminação nas salas de aula, a estratégia é incluir os temas relacionados às minorias nas matérias ensinadas nas escolas. “A história da África, por exemplo, pode fazer parte do conteúdo de português, geografia, história, sociologia”, explica a secretária-adjunta de Educação, Eunice Oliveira. Os conceitos são passados, de acordo com ela, de forma transversal, ou seja, permeando a teoria. “O mesmo pode ser feito com outras temáticas ligadas aos direitos humanos.” (EK e DA)
Prejuízo claro ao aprendizado
A insegurança no ambiente escolar reflete no bem-estar de todos os personagens do sistema de ensino. Os números são alarmantes. Por parte dos professores, 43% afirmam que não se sentem respeitados, ao passo que 38,7% dizem ter espaço para dizer o que pensam. E o pior: 79% declaram que não se sentem realizados profissionalmente. É só acompanhar a história de um professor de Brazlândia que pediu para não ter o nome divulgado para entender o que significam os indicadores. O quadro de saúde dele se agravou depois de ser alvo de agressões de alunos. Ele sofre de pressão alta, toma remédio controlado e, por isso, anda meio sonolento.Em um dia de prova, depois de distribuir as questões, o professor não suportou o cansaço e dormiu na carteira. Alguns alunos não perdoaram: o xingaram de gordo, lerdo, careca. O professor chorou, passou mal e saiu da sala. “Fazem isso para chamar atenção da turma. Para o pessoal comentar: ‘Olha, ele enfrenta até o professor’”, comenta uma aluna de 16 anos, do 1º ano.
No ano passado, outro professor, dessa vez do Centro de Ensino Médio 417, de Santa Maria, encontrou motivos para se sentir insatisfeito no ambiente de trabalho. Uma aluna não gostou de ter sido repreendida por ele e apelou. Pegou a mesa e, descontrolada, jogou-a em direção ao docente. Ela foi expulsa, mas, segundo estudantes do colégio, já voltou à sala de aula. Na mesma escola, ainda no ano passado, outro professor levou um tapa em sala. O agressor também reagiu a uma repressão. “A gente já se acostumou com esse ambiente. Tem que acostumar”, comenta uma estudante de 14 anos, do 1º ano. “Mas para quem está de fora, ouvir esse tipo de coisa deve ser estranho mesmo”, completa a colega de turma dela, de 16 anos.
Ambiente pesado
As ofensas e agressões, que muitas vezes são físicas, pesam no aprendizado. A percepção é de professores e alunos: 42% dos estudantes reconhecem que o clima de violência reduz a qualidade da aula e quase 40% admitem dificuldade em se concentrar. Fora os 39,8% que não sentem vontade de ir à escola. Entre os professores, os índices de resposta a essas perguntas foram maiores: 71% acreditam que, com a violência, o ambiente da escola fica pesado; 67,6% afirmam que a qualidade das aulas diminui; 64,8% acreditam que os alunos não se concentram nos estudos e 55,1% dos professores afirmam que os alunos não sentem vontade de ir à escola devido à violência. (EK e DA)
*Nomes trocados para proteger os alunos

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

AUTO ESTIMA


Estavam reunidas, a Sininho, a Fiona e a Angelina Jolie, na Disney, jogandoconversa fora...
A Sininho disse:- Eu sou a menor fadinha do mundo!!!
A Fiona revidou:- Sou a ogra mais feia do planeta!!!
E a Angelina Jolie finalizou:- Sou a mulher mais linda,
inteligente e maravilhosa do mundo!!!
Mas elas queriam que isso fosse comprovado. Pegaram o Guiness Book.
A Sininho abriu na pagina 873...e realmente estava lá:
Sininho, A menor fada do mundo...
Todas ficaram impressionados........
A Fiona pegou o livro, abriu na página 585 e estava lá
escrito:Fiona, A ogra mais feia do mundo.
OOOOOHHHHH disseram todas.
Por último, a Angelina Jolie pegou o livro, abriu na página
97.......depois de alguns minutos de
silêncio e uma cara de féra,(PRATICAMENTE UM ATAQUE DE NERVOS), ela gritou:
Ai !!!!!!! Meu Deus !!!!!!!!!! Quem é essa tal de
TELMA LOBATO?????

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Eu me amo e você???
beijos

SEMINÁRIOPRÓ-CONFERÊNCIA NACIONAL DE COMUNICAÇÃOObjetivo

Objetivo: Encaminhar propostas para uma nova lei que regulamente o setor de comunicação

Promoção: Divisão Técnica de Eletrônica e Tecnologia da Informação - DETI

DIA : 08/11/08

HORA : 9 às 18H –

LOCAL: AV RIO BRANCO 124, 25º Andar – CENTRO - RIO DE JANEIRO – RJ

divisoes-tecnicas@ clubedeengenhari a.org.br

ENTRADA FRANCA