terça-feira, 10 de março de 2009
Para refletir....
Ser mulher......

Quem dera o homem poder sentir, por alguns instantes que fosse, a alegria de ser mulher.
Ser mulher é ser autêntica, é ser única em sua complexidade e múltipla em sua individualidade.
Ser mulher é gozar o privéligio da função mais sublime de todas as funções: ser mãe.
Ser mulher é passar pela infância brincando de casinha, na adolescencia não brincando de casinha, na juventude pensando em brincar de casinha e na mocidade, realmente, brincar de casinha até o fim.....
Ser mulher é poder ter outro ser dentro de si, olhar nos olhos e na hora de um orgasmo maravilhoso, gritar bem alto "EU TE AMOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!"
Ser mulher é viver sem ter vergonha de ser feliz, se entregando diarimente à um turbilhão de sentimentos em cima do salto de 15 cm, com toda graça, singeleza e sensualidade que lhe é garantida.
Ser mulher é pensar, criar, decidir, assumir, sumir na hora que der vontade, mesmo que suma dentro de si mesma em um momento de introspecção onde ninguém entra.
Ser mulher é marcar o gol da vida, matando um leão a cada dia, correr para o abraço e deitar nos braços do amigo mais íntimo e com ele viajar no sono mais profundo para o real imaginário.
Ser mulher é crescer enfrentando todos os medos se entregando aos sentimentos com a razão que sobrepuja a emoção.
Ser mulher é ser dona de si mesma, resolvida, amada, amante, de sua própria vida.
Amo ser mulher......com todas as contradições que são inerentes a este SER MULHER.
sábado, 7 de março de 2009
Viver
viver e ter certeza de que amanhã será diferente e, que só depende de mim para que seja melhor do que foi hoje.
viver para ser melhor a cada dia. mais justa, mais amiga, mais meiga, mais sábia.
viver para proporcionar alegria e sentir a alegria de estender a mão.
viver para ser e não para ter.
viver para amar sem esperar ser amada.
viver para ver crescer e ajudar a superar limites e a realizar vitórias.
viver para ser, a cada dia, mais e mais dependente de Ti.
viver e viver e viver e viver e.........
Alerj lança campanha de combate à violência contra mulher
Alerj lança campanha de combate à violência contra mulher Rio - A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) lançou nesta quinta-feira a campanha "Eu Digo não à Violência contra as Mulheres", em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o governo do estado e o Sindicado dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed).
Segundo a presidente da comissão, deputada Inês Pandeló (PT), a iniciativa é focada no público masculino. "O objetivo da campanha é sensibilizar e mobilizar os homens para que eles sejam protagonistas no combate à violência contra as mulheres. O número de mulheres agredidas no Brasil, principalmente dentro de suas casas, é preocupante, sendo que muitas são mortas," disse a deputada.
Durante o evento, procuradores, policiais, médicos, juízes e ativistas que trabalham em defesa dos direitos das mulheres relataram suas experiências ao longo do exercício da profissão.
A campanha irá se estender até o dia 31 de março e será divulgada nos principais meios de comunicação. De acordo com a deputada Inês Pandeló, as instituições envolvidas organizarão eventos para mobilizar os profissionais das áreas em que atuam.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Mudanças
quinta-feira, 5 de março de 2009
O Arcebispo e o Estrupador
Eu, pelo menos, até agora, não vi nenhuma declaração do Dom José (Dom é coisa de mafioso) em relação ao estuprador. Ah, sim, tadinho, ele é vítima da menina que o "provocava" desde os 6 aninhos de idade. Me poupe. Sinto nojo.
Sr. Dom José, sinto lhe informar mas a Bíblia, livro sagrado, que contém a Palavra de Deus, nos ensina que a vida é preciosa e que a ciência, inclusive a medicina, é dada por Ele pois foi Ele, o criador de todas as coisas, e esta ciência que o próprio Deus criou, afirma que a pequena menina de 9 anos de idade corria risco de morte se levasse a gravidez de gêmios adiante.
A mesma Bíblia nos orienta a cumprirmos as Leis do Nosso País e este País chamado Brasil possui Leis e, baseados nas Leis, os Médicos, Assistentes Sociais, Psicólogos, Juízes, Responsáveis Legais (Pai e Mãe da menina), resolveram pelo aborto e por salvar a vida da pequena cidadã que teve roubado o seu direito de se manter virgem até a data que lhe aprouvesse entregar sua virgindade ao homem que desejasse.
O Sr. já tentou se colocar no lugar desta família? Já tentou se colocar no lugar das meninas estupradas? Já sentiu a dor do estupro? Sabe o que é dor moral? Creio que não....o Sr. não conhece a dor.....por isto julga e condena de maneira insana e insensata.
O Sr. já se deu conta que as vidas destas meninas foram roubadas??? As meninas foram roubadas em suas infância e inocência. Não tiveram o direito de escolher a hora, o local, a idade, o homem para o qual se entregariam e se tornariam mulher. Foram roubadas em seus sonhos mais íntimos e, além de tudo, como se isto tudo não fosse o suficiente, viveram por três longos anos com o fantasma do assassinato da própria mãe pois o "pobrezinho do assediado sexual" ameaçava de matar a mãe das meninas. O Sr. leu isto?
Quem lhe dá o direito de julgar? Deus? Não!
Tenho certeza de que Deus apoia a escolha pela vida da menina. Escolha, aliás, muito sábia pois, provavelmente, ao invés de dois inocentes, a família enterraria três inocentes até o final da gravidez.
Quanto ao estuprador, bem, Deus tenha misericórdia dele.
Padrasto que estuprou e engravidou menina de 9 anos em Pernambuco é indiciado por estupro qualificado
- Ela está com bons sinais clínicos, conversando bastante e até brincando com alguns brinquedos que a mãe trouxe para cá. Apesar da pouca idade e do procedimento delicado ela se recupera bem - diz Cabral.
Apesar de proibido, a legislação brasileira permite que o aborto aconteça em duas ocasiões; em caso de estupro e quando a gestante corre o risco de morrer. No Rio Grande do Sul, uma menina de 11 anos está grávida de 7 meses e deve ter o bebê. Ela vivia com pais adotivos desde os seis meses de idade e foi vítima do padrasto. Ministro da Saúde critica decisão da igreja de excomungar mãe e médicos.
O aborto foi criticado pela Igreja Católica, que excomungou a mãe da criança e os médicos que realizaram o procedimento . Nesta quinta, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou que a decisão da Igreja Católica de excomungar os envolvidos foi "radical" e "inadequada". A excomunhão foi anunciada pelo arcebispo de Olinda e de Recife, dom José Cardoso Sobrinho.
Para Temporão, o ato de excomungar os envolvidos no aborto é um contra-senso diante do que aconteceu à criança, vítima de estupro pelo padrasto.
-É uma questão que está na lei, a menina foi violentada. Tá na lei e está resolvido, o resto é opinião da Igreja. Essa posição não tem respaldo algum. Eu fiquei impactado. Levar a gravidez adiante traria risco à vida dela - acrescentou o ministro.
- Nós, ministros da Igreja Católica, temos obrigação de proclamar as lei de Deus. Nesses casos, os fins não justificam os meios e a lei humana contraria a lei de Deus, que é contra a morte - justificou o arcebispo um dia antes, logo após saber que o aborto havia sido realizado.
Não é a primeira vez que o aborto gera polêmica entre o ministro da Saúde e a Igreja. Em maio de 2007, o Papa Bento XVI defendeu a excomunhão de políticos pró-aborto ainda no avião, a caminho do Brasil. Já no Brasil, o Papa disse em seu primeiro discurso no país que a vida deve ser preservada desde o momento de sua concepção até seu declínio natural.
O ministro Temporão alimentou a discussão dizendo que era preciso ouvir as mulheres sobre o assunto e que se os homens engravidassem pensariam diferente sobre o assunto. Ele afirmou que no Brasil o aborto é um problema de saúde pública.
Logo depois, o ministro se calou e encerrou a polêmica. O próprio ministro, na ocasião, explicou que o puxão de orelha para que não tocasse mais no assunto foi dado por sua mãe, dona Sara, e não pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Minha mãe, Dona Sara, de 89 anos e muito católica, me ligou e disse: "meu filho, o Papa está trazendo outros assuntos importantes para discutir no Brasil, como a fome e as questões sociais"", contou.
A Igreja Católica tinha expectativa de que a gravidez da criança fosse mantida. Nesta terça, o arcebispo Dom José Cardoso Sobrinho tentou convencer os pais da menina a rever o aborto. O pai biológico dela, Erivaldo Francisco dos Santos, queria que as crianças nascessem. A mãe da menina, no entanto, estava irredutível e sequer quis conversar com o arcebispo.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que estava junto quando Temporão fez as declarações, também expressou sua opnião sobre o assunto. Para ele, condenar o aborto de uma menina que foi estuprada é uma coisa "medieval".
- Como cidadão eu fiquei revoltado com essa posição da Igreja. Exatamente nessa hora que as pessoas precisam de conforto a Igreja vem criminalizar a vítima. É uma coisa medieval - afirmou.
" Os fins não justificam os meios e a lei humana contraria a lei de Deus, que é contra a morte " Rilane Dueire, advogada da arquidiocese, afirmou que a menina queria os bebês e teria se prontificado a cuidar deles junto com a irmã mais velha, de 14 anos.
Antes de passar pela Maternidade Cisam, a menina esteve internada no Instituto Materno-Infantil Professor Fernando Figueira (Imip), também em Recife. O hospital informou que a menina deixou o local na última terça-feira sem fazer o aborto à revelia da instituição. A menina, que tem 1,33m e pesa 36 kg, mantinha uma gravidez de alto risco.
O aborto da menina recebeu apoio de organizações não-governamentais de defesa da mulher, como os grupos SOS Corpo e Curumim. Para a coordenadora do Grupo Curumim, Paula Viana, não havia mais tempo a esperar.
- Cada dia que passava, o risco era maior, a menina se sentia mal e já apresentava outras complicações. Tinha que ser feita uma intervenção médica imediata - afirmou.
De acordo com a polícia, a mãe não sabia dos abusos sofridos pela filha, que só teria contado sobre o caso depois da descoberta da gravidez por conta das dores. A menina contou à polícia que sofria violência sexual desde os 6 anos.
Jaílson José da Silva, o padrasto, confessou o abuso à polícia e contou que abusava sexualmente também da irmã da vítima, uma adolescente de 14 anos portadora de deficiência física. Ele foi preso um dia antes, quando se preparava para fugir para a Bahia.
O médico José Severiano Cavalcanti afirmou que a mãe da menina contou que ela tinha menstruado há apenas quatro meses e depois não mais.
- Desconfiei de gravidez, fiz os exames físicos e a ultra-som e confirmei a gravidez de gêmeos no quarto mês - afirmou.
A mãe dela, Esmeralda Aparecida, diz que nunca desconfiou de nada.
- Ele tratava ela sempre muito bem, eu não ia achar que era por mal - disse.